Publicado por: biancaceloto | maio 21, 2008

Campanha de neutralização de carbono do HSBC ajuda a salvar a Mata Atlântica em Santa Catarina

Parte das áreas preservadas de propriedade dos dirigentes do Instituto Rã-bugio, Elza Nishimura & Germano Woehl Jr, foram adotadas pela campanha de neutralização de carbono do HSBC, Seguros Carbono Neutro, em parceria com a ONG SPVS, através do programa de adoção de áreas, que visa salvar as últimas áreas preservadas de Mata Atlântica, mais especificamente, as Matas de Araucárias (desmatamento evitado).

Do total de 443,28 hectares que pertencem ao casal, foram adotados 100 ha. Pelas estimativas do carbono estocado nesta área, o casal vai receber R$ 2.800,00 por mês durante 5 anos. O dinheiro será investido na proteção da área, como a contratação de vigilância e a construção da sede. O restante da área será adotada pela campanha da SPVS de neutralização de carbono em eventos a serem realizados em Curitiba.

A propriedade fica nas cabeceiras do rio Itajaí, em Itaiópolis (SC), e está em processo de transformação em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), situação onde não mais poderá ser desmatada. Mais de 90% da área é de mata primária, onde nunca houve exploração de madeira e abriga inúmeras espécies de aves e mamíferos ameaçadas de extinção. Árvores centenárias também estão ameaçadas, como a canela-preta e canela-sassafrás.

A adesão do HSBC em prol da natureza só foi possível graças ao empenho da ONG ambientalista paranaense SPVS, que há alguns anos mantém em parceria com Empresas um projeto de adoção de áreas preservadas particulares de Matas de Araucárias, uma tentativa (desesperada) de salvar o que resta deste ecossistema, que está em acelerado processo de extinção.

O programa da SPVS beneficia somente as propriedades paranaenses, mas foi aberta uma exceção para a propriedade do casal Germano e Elza, que fica em território catarinense, próxima da divisa com o PR, a 140 km de Curitiba.

As florestas preservadas, com suas gigantescas árvores centenárias, armazenam uma enorme quantidade de carbono, mas ao serem destruídas pelo fogo, em questão de minutos, os gases do efeito estufa são liberados para a atmosfera, agravando, e muito, o problema do aquecimento global. E a biodiversidade destas áreas se perde para sempre. Salvar o que resta destas áreas é urgente e necessário.

 Fonte: Envolverde

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Responses

  1. estou faaaaaaaasendo pesquisa abrigado


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